Como Interferir Positivamente na vida das Pessoas

Texto de Joanilson Rodrigues

Permita-me dividir com você algo que repeti à exaustão a quase todos os meus alunos por mais de vinte anos.

O título deste artigo :

responde a todas as proposições que faço em seu decurso, portanto, para entendê-lo basta ler o título novamente ao final de cada proposição para entender, contradizê-lo ou quedar-se ante sua asserção de “Dever Universal” de todos nós : Interferir positivamente na vida das pessoas.

Depois de muito viver cheguei a uma conclusão simples sobre qual seja, de forma genérica e ampla,  a missão de cada um de nós na terra ou fora dela, sem restrições ou diferenças.

Aplica-se a todos e não há desculpas para dizer : “Ah, não! Eu não me enquadro nisto...” Ou ainda “Isso não tem nada a ver comigo!”

Não, não há como escapar desta missão e não há como negá-la ou se desobrigar dela.

Independentemente das diversas circunstâncias que nos cercam ou nos perseguem.

A “Missão” está , estava e estará em Cada palavra, cada gesto, cada exortação ou admoestação que fizermos.

 A “Sorte” ou a “tragédia” que nos acomete não nos desobriga de cumpri-la, tampouco a religião professada, camuflada ou negada.

 O “dever” de cumprí-la  não é sustado pela classe social que nos rotula e estigmatiza, cor  de nossa pele ou da pele daquele que está em nossa frente de mãos estendidas ou arqueadas.

A “incumbência” compulsória não se detém nas fronteiras do sexo que Deus nos deu ou da classe social, que nos confina.

A posse de uma ideologia filosófica ou de falta dela também não nos exime de cumprir diariamente essa sina.

Se estiver munido de autoridade ou justamente por não ter o mínimo de sua abrangência é o que obrigará você e a mim a consumar este princípio.

-Mas, como  posso fazer isso ? Algo tão genérico não é paradoxal?- Você pode me perguntar.

 Não, não é! Justamente porque esta “Interferência” pode acontecer quando falamos ou quando nos calamos, desde que ambas as coisas sejam positivas.

Quando falamos positivamente e quando nos negamos a falar negativamente, neste caso o silêncio se torna a “interferência” positiva na vida de alguém porque impedimos que o malefício das palavras chegue até aquele ser.

Quando obedecemos, mesmo a contragosto, nossos primeiros tutores estamos interferindo no caos da arrogância e desordem que nos leva à ruína. Do mesmo modo quando desacatamos frontalmente a uma ordem de fazer o mal imposto por alguém “acima” de nós ou pior, “dentro de nós”…. Estamos neste caso interferindo positivamente em nosso próprio destino.

É dever de todo político e de todo cidadão.

Podemos pensar erroneamente que os milionários estão “mais obrigados” do que os mendigos. Não, não estão. O mendigo tem apenas uma abrangência menor para cumprir naqueles dias em que “está” nesta terra como mendigo e mesmo que aparentemente não tenha aderido e nenhuma “Corrente do bem” ele tem o mesmo dever de interferir positivamente na vida de alguém, mesmo que esse alguém seja ele mesmo.

Independentemente de nossas convicções políticas ou de descendência étnica ou cultural, do grau de formação ou do bairro em que vive, se temos ou não um carro ou casa boa…

Deus cobrará dos que creêm só isso: Você interferiu positivamente na vida de alguém?

A sociedade cobrará dos ateus e também dos crentes de todas as confissões:

Afinal, você Interferiu positivamente na vida das pessoas ou ao menos na tua própria?

 Essa interferência vale para a família e para os colegas de trabalho. Vale para conhecidos necessitados e desconhecidos a quem cedemos nosso lugar em um ônibus. Não fazemos ideia das mudanças que podem ocorrer em todo o universo cada vez que “Interferimos” nos termos do título deste artigo.

Suicídios serão impedidos. Traumas serão evitados. Famintos  e sedentos serão saciados! Injustiças serão corrigidas.

A esta altura você pode estar pensando: Tudo isso é muito bonito, mas é utopia! Simplesmente não funciona…

 Sabe por que tentamos negar que essa seja a nossa única missão nesta terra? Porque já falhamos muito nisso com a desculpa de “não nos metermos”… Sim porque “Interferir” é sim “se meter”…

 A diferença para que isso seja válido é que a interferência tem que ser positiva, ainda que para isso tenhamos que dizer “não” porque o “barco do vício” que está prestes a despencar de uma cachoeira precisa de um vigoroso “Não” como interferência positiva. O mais difícil é que ela precisa ainda ser positiva principalmente para  o outro e não somente para mim.

Talvez este seja o ponto central para despertarmos da letargia da indiferença que as mortes na Síria, dentre tantas outras, nos causam, por exemplo.

 Precisamos Interferir na Educação do Brasil e não simplesmente esperar que “Alguém” faça isso por todos. Para que aconteça “Você” precisa Interferir.

Interfira (positivamente) na vida do teu filho. Não se esqueça que interfir positivamente não é “se meter”, mas ousar fazer por ele algo que mude para melhor a sua vida.

Interfira (positivamente) na tua vizinhança.

Interfira (positivamente) no meio ambiente que é de todos.

Interfira (positivamente) no analfabetismo de alguém e ensine o que sabe a quem não aprendeu o significado das letras, das sílabas ou das palavras.

Interfira (positivamente) na insensibilidade para o sofrimento humano convidando a, junto de você, fazer o bem a alguém.

Interfira (positivamente)  para interromper a morte, não apoiando o aborto, nem praticando, a clamar a Deus em oração por alguém ou aconselhando ao irado a não praticá-la.

Interfira (positivamente) para propiciar vida sendo generoso com quem nada tem, alimentando famintos, fazendo alguém sorrir, visitando asilos e orfanatos, estendendo a mão para quem está caído.

Interfira contra a mentira e fale somente a verdade, custe o que custar. O diabo é o pai da mentira, portanto quando você se envolve com ela, lembre-se: é com a filha do diabo que você está se envolvendo.

Interfira contra a falta de fé. A fé em Deus. A fé na vida. A fé no homem, a fé no futuro.

Interfira contra a maledicência usando o silêncio ou a tua boca para o bem-dizer e abençoar.

Interfira! Interfira ! Interfira!

Para o mundo se tornar um lugar melhor é necessário que você saiba disso e comece a aplicar a cada minuto essa interferência benéfica.

Esse é o teu e meu desafio, o qual não tem data para terminar, mas deve começar hoje, agora mesmo e que sua interferência seja Positiva  e poderosa para mudar a vida das pessoas, a minha e a tua própria.

Saiba Mais….

A Influencia negativa da língua

 texto de Joanilson Rodrigues

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. “Efésios 4:29

Quero fazer apenas um complemento a este artigo em breves palavras. Discorri sobre interferir positivamente na vida das pessoas neste artigo acima, mas gostaria de alertar sobre a maneira mais poderosa de interferir negativamente na vida de alguém: através da língua.

 Gostaria que ouvisse esta minha palestra em Áudio MP3 ministrada no ano de 2008 mas que continua muito atual. Ligue o som e seja edificado.

 

Quanto a interferência negativa, é necessário salientar alguns aspectos. Existem alguns ângulos que você precisa considerar antes de interferir negativamente na vida de alguém através do mau uso das palavras.

 Muitos usam a desculpa da “sinceridade” para justificar a sua grosseria, crueldade e insensibilidade para com as pessoas. Dizem:  – Eu sou muito “sincero”, por isso eu falo mesmo.

Bem, para saber se a “sinceridade” vai interferir positivamente na vida das pessoas, pense nestas cinco regras de ouro antes de “ser sincero”.

REGRA DE OURO Nº 1– Você tem certeza de que o que você ouviu é verdade?

Se não tem, não fale. O Silêncio é a melhor interferência positiva que você pode ter porque propagar uma mentira pode gerar tantos danos à vida de alguém que a reversão pode ser quase impossível.

REGRA DE OURO Nº 2 -Falar, irá ajudar de alguma forma a pessoa que estiver ouvindo?

Como foi dito nas palavras de São Paulo no versículo de Efésios 4:29, a palavra será edificante e vai fazer bem ao que a ouvir? Se não for, por favor, não diga.

REGRA DE OURO Nº 3- É algo  ou alguém Inspirador?

 É um grande exemplo de superação, de “volta por cima”, de vitória? Se for o exemplo de alguém que “se deu mal” por fazer o bem, pode não ser inspirador.  Se for o exemplo de alguém que acreditou nos médicos quando recebeu um mau diagnóstico, também não inspirará a pessoa a prosseguir no tratamento que Estiver fazendo, por exemplo.  Traga exemplos inspiradores para que aquela pessoa se fortaleça e não para que se enfraqueça.

REGRA DE OURO Nº 4 – É  realmente necessário falar?

Há casos em que, por exemplo,  a opção de roupas que uma pessoa faz, pode não nos agradar, mas dizer a ela que está ridícula é algo desnecessário, não edificante e que só trará ofensa e dor. Mas vamos considerar outra situação.

Falando hipoteticamente,  o que você faria se você soubesse que no passado, um certo homem cumpriu pena por matar a esposa, sendo que antes já havia cumprido pena por matar uma namorada e no presente momento de sua vida, esta pessoa está namorando com sua melhor amiga e está prestes a se casar com ela, que nem desconfia minimamente do passado de seu futuro marido?

É necessário sim, alertar a pessoa do enorme perigo que ela corre. Ficar em silêncio e omitir a verdade pode fazer de você um cúmplice em caso de uma tragédia futura. Esse é um exemplo extremo, eu sei, mas ele é só para ilustrar quando falar é algo necessário, imperativo mesmo. O silêncio às vezes é prova de amor, mas em muitos casos, é justamente o contrário, é prova de covardia e esta omissão pode levar alguém à ruína.  Quem escolherá o caminho no fim da jornada, é a própria pessoa para quem você fez o alerta em um caso extremo como este, mas lembre-se assim ela terá uma escolha a fazer e a responsabilidade será inteiramente dela.

REGRA DE OURO Nº 5 – É algo gentil de se dizer?

Não importa o quão dura seja uma palavra, precisamos buscar gentileza no modo de dizê-la. Não é só o que você diz, mas principalmente o como. Procure o jeito certo, as palavras certas, a entonação gentil da voz. Isso fará muita diferença e pode, sim, ser uma interferência positiva na vida de alguém.

Esperamos que aprecie nossos artigos. Lembre-se de que eles têm um autor: Joanilson Rodrigues. Por isso, podes copiá-los a vontade, mas lembre-se de citá-lo nominalmente ( autor: Joanilson Rodrigues)

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1- PAGSEGURO em português:    https://pagseguro.uol.com.br/sobre_o_pagseguro.jhtml

2- PAGSEGURO in English:

https://pagseguro.uol.com.br/en/how-it-works.html

faixa preta horizontalP.S.

Veja também as maravilhosas mensagens do livro devocional “Mananciais do deserto” que temos em nosso site. São 366 mensagens,uma para cada dia do ano.

Lendo a mensagem do dia 08 de Dezembro. Vi o quanto ela se parece com o texto que você leu acima e por isso, está sendo postado aqui no fim da página.

8 de Dezembro

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus… de benignidade. (Cl 3.12.)

Conta-se a história de um homem que levava sempre consigo uma latinha de óleo, e, se passava por uma porta que rangia, punha um pouco do óleo nos seus gonzos.

Se um portão estava difícil de abrir, punha óleo em seus ferrolhos. Assim passava ele pela vida, lubrificando todos os pontos difíceis e suavizando-os para os que vinham atrás dele.

O povo chamava-o de excêntrico, esquisito e amalucado, mas o velho prosseguia firmemente, reabastecendo a lata de óleo quando se esvaziava e lubrificando as coisas emperradas que encontrava.

Há muitas vidas que rangem e ficam perras no viver de cada dia. Nada vai bem com elas.

Precisam de um pouco do óleo da alegria, da delicadeza, da consideração. Você tem uma lata de óleo consigo? Esteja pronto com o seu óleo do auxílio, logo de manhã, para utilizá-lo com a pessoa que estiver mais perto. Aquele pouco de óleo poderá ser útil para lubrificar todo o seu dia.

O óleo do bom ânimo, para o que está desanimado — quanto poderá significar!

A palavra de coragem ao que está sem esperança. Fale-a.

Nossas vidas tocam algumas vidas apenas uma vez, nesta caminhada; e depois os caminhos se separam para nunca mais se encontrarem.

O óleo da benignidade, ou seja, da suavidade, da brandura, já abrandou as bordas agudas e cortantes de muitas vidas endurecidas pelo pecado, deixando-as suaves, maleáveis, prontas para a graça redentora do Salvador.

Uma palavra dita de modo agradável é como uma grande réstea de sol num coração triste. “Dê aos outros o sol; conte o resto a Jesus.” Sede afeiçoados ternamente uns aos outros. (Rm 12.10.) O fruto do Espírito é… benignidade. (Ef 5.18.)

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