Mês de Maio

Aqui você tem uma mensagem bíblica de força e conforto espiritual para cada um dos 31 dias do mês de maio. Lembre-se: é muito importante que você ore a Deus todos os dias e o busque de todo o teu coração.

Nesta página estão as mensagens somente do mês de Maio, mas todas as mensagens dos demais meses também podem ser lidas mês a mês aqui no site através dos seguintes Links: Mês de Janeiro –Mês de Fevereiro – Mês de Março – Mês de Abril – Mês de Maio – Mês de Junho – Mês de Julho – Mês de Agosto – Mês de Setembro – Mês de Outubro – Mês de Novembro – Mês de Dezembro

MAIO
1° de Maio
O Deus que não pode mentir prometeu. (Tt 1.2.)

Ter fé não é elaborar, pelo poder da vontade, uma espécie de
certeza de que algo vai acontecer, mas é ver como fato real que, se Deus
falou, aquilo vai acontecer, e é verdade; e então regozijar-se em saber
que é verdade, e simplesmente descansar porque Deus o falou.

A fé torna a promessa em profecia. Enquanto é simplesmente uma promessa,

está dependendo da nossa cooperação. Mas quando a fé a reclama para si,

torna-se uma profecia, e seguimos o nosso caminho sabendo que é algo que

vai ser feito, porque Deus não pode mentir. — Days of Heaven upon Earth

Ouço muitas pessoas orarem pedindo mais fé, mas quando atento
bem para o que dizem, muitas vezes descubro que não é realmente mais fé

que estão querendo, mas a mudança de fé em vista. Querem ver para crer.
A fé não diz: “Vejo que isto é para o meu bem, então é Deus que o
deve ter mandado”, mas: “Deus o mandou, então é para o meu bem.”
A fé, quando anda no escuro com Deus, só ora para que Ele
segure mais forte a sua mão. — Phillips Brooks

Não É fé na sua fé que Deus lhe pede.
Mas fé nAquele que é fiel, e prometeu.
Se temos dele uma promessa, aquilo é nosso.
Crendo, aguardemos, que há de vir o que nos deu.

2 de Maio

O Senhor tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino
domina sobre tudo. (Sl 103.19.)

Certo dia no princípio da primavera, eu estava saindo à porta,
quando de repente um golpe de vento noroeste veio entrando —
impiedoso, desagradável, debilitante — levantando, ao passar, uma
nuvem de poeira.

Fechei a porta e estava tirando a chave do trinco, quando disse
um tanto impaciente: “Ah, esse vento, gostaria que ele…” — eu ia dizer:

mudasse, mas contive a palavra e a frase nunca se completou.
Enquanto fui andando, o pequeno incidente tornou-se para mim
numa parábola. Era como se um anjo tivesse vindo a mim, dizendo:
“Meu Mestre te saúda e manda-te isto…
“O quê?” perguntei.
“A chave dos ventos”, disse o anjo, e desapareceu.
Agora sim eu ia ficar contente! Corri para o lugar de onde vinham
os ventos e me pus entre as suas cavernas. “Pelo menos acabarei com o vento noroeste,

e ele não nos aborrecerá mais”, exclamei. E fazendo
recolher-se aquele vento indesejável, fechei a porta atrás dele. E ouvi os seus ecos pelas

cavernas. Virei a chave na fechadura, em triunfo.
“Pronto”, falei, “acabamos com ele.”

“Qual escolherei no seu lugar?” perguntei a mim mesmo, olhando em volta.

“O vento sul traz bom tempo”: e pensei nos rebanhos e em toda vida nascente

em toda parte, e nas flores despontando nas cercas-vivas. Mas quando coloquei

a chave na sua porta, ela começou a me queimar a mão.

“O que estou fazendo?”, exclamei. “Quem sabe que danos irei
causar? Como posso saber o que querem os campos? Milhares de males podem

resultar desta minha loucura.”

Confuso e envergonhado, olhei para cima e orei para que o
Senhor me enviasse o Seu anjo outra vez para tomar a chave; e de minha parte

prometi que não a quereria mais.

Mas eis que o Senhor mesmo Se pôs ao meu lado e estendeu a
mão para pegar a chave. Ao deixá-la em Sua mão, vi que pousou de
encontro ao sagrado sinal do cravo.

Doeu-me pensar que alguma vez eu tivesse murmurado contra
qualquer coisa executada por Aquele que trazia tão sagradas marcas de
amor. Ele então tomou a chave e a colocou no Seu molho.

“Tu é que guardas as chaves dos ventos?” perguntei.
“Sim, meu filho”, respondeu com mansidão.
Olhei outra vez para aquele molho, e lá estavam todas as chaves
de toda a minha vida. Ele viu meu olhar surpreso e perguntou: ‘Não
sabias, meu filho, que o meu reino domina sobre tudo?”

“Sobre tudo, meu Senhor!” respondi; “então não convém que eu
murmure contra coisa alguma?” Ele colocou a mão amorosamente sobre
mim e disse: “Meu filho, a única coisa que te convém é, em tudo, amar,
confiar e louvar.” — Mark Gui Pearse

3 de Maio
E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será
salvo. (Joel 2.32.)
Por que não invocar o Seu nome? Por que correr para esta e
aquela pessoa, quando Deus está tão perto e ouvirá o meu fraco
chamado? Por que sentar e inventar planos e traçar esquemas? Por que
não ir imediatamente ao Senhor e lançar-me sobre Ele, e o meu fardo
comigo?

Aquele que prossegue em frente sem se distrair é o melhor
corredor — por que não corrermos de uma vez para o Deus vivo? Em vão
buscarei livramento em qualquer outra parte. Mas em Deus o acharei;
pois ali tenho a Sua promessa, que é garantida.

Não preciso perguntar se posso ou não invocá-lo, pois a
expressão “todo aquele” inclui a mim também. Ela se refere a qualquer
pessoa que invocar a Deus. Seguirei, portanto, a direção do texto e
imediatamente invocarei ao Senhor que fez a promessa.
O meu problema é urgente e não vejo como posso obter
livramento; mas isto não compete a mim. Aquele que fez a promessa
achará caminhos e maneiras de cumpri-la. Minha parte é obedecer ao
Seu mandamento; não cabe á mim dirigir Seus conselhos. Eu sou Seu
servo, não Seu inquiridor. Eu o invocarei, e ele me salvará. — C. H.
Spurgeon

4 de Maio
Ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos
curam. (Jó 5.18.)

O ministério de uma grande dor ao passarmos ao pé de colinas que foram sacudidas por algum terremoto e rasgadas por abalos, descobrimos que depois dos períodos de destruição vêm tempos de calma. Junto às rochas desmoronadas, lá estão poças de água calma; lírios dágua crescem viçosos e juncos sussurram na sombra; a cidade levanta-se outra vez sobre os túmulos esquecidos, e a torre da igreja parece fazer um renovado apelo à proteção daquele de quem diz o salmista: “Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem.” — Ruskin

No maior temporal
Deus te mostra um abrigo;
Um refúgio real
Contra todo perigo.
É uma Rocha eficaz,
Firme porto de esperança.
Nela só, provarás
Plena paz, segurança.

Densas nuvens de dor
Vêm cercar-te de perto;
Ansiedade e temor
Te ameaçam, por certo.
Ergue os olhos e vê
Teu abrigo no Rochedo.
Entra ali, nele crê,
Perderás todo o medo.

Nesse abrigo acharás
O descanso almejado.
Salvação, gozo e paz
Deus te tem reservado.
Essa Rocha É Jesus,
Preparada aos que perecem;
Vento e mar, treva e luz,
Ao Seu mando obedecem.

No Calvário, por ti,
Foi a Rocha ferida;
Contra o mal, tens ali
Para sempre, guarida.
No refugio de Deus
Entra agora, *pressuroso!
Ele o dá para os Seus,
Vem provar Seu repouso!

*Pressuroso: Apressado, ativo, diligente

5 de Maio
Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor
emboscadas e foram desbaratados. (2 Cr 20.22.)
Ah, como deveríamos argumentar menos sobre as nossas aflições
e dificuldades, e cantar mais, louvar mais! Há milhares de coisas que nós
usamos como algemas e que poderíamos usar como instrumentos cheios
de música, se apenas soubéssemos como.
Aqueles que ponderam, consideram, pesam os afazeres da vida,
estudam o misterioso desenrolar da providência de Deus, e imaginam por
que são eles sobrecarregados, e torcidos, e pisados — quão mais felizes
seriam e quão mais alegre a sua vida se, em vez de se deixarem ficar
revolvendo nesses pensamentos, tomassem cada dia as suas experiências e,

elevando-as à presença de Deus, Lhe agradecessem por elas.

É mais fácil esquecermos os nossos cuidados com cânticos, do
que com raciocínios e argumentações. Cante pela manhã. Os pássaros
são os primeiros a cantar, e são os seres mais livres de cuidado que
conhecemos.

Cante à noite. Cantar é a última coisa que fazem certos passarinhos: quando já

completaram seu trabalho diário, quando deram o último vôo do dia e apanharam

seu último bocado, então, no ramo mais alto, cantam um canto de louvor.

Ah, oxalá, cantássemos de manhã até a noite. Sim, oxalá os
nossos cânticos enchessem os ares por todo o dia. — Selecionado

Regozijai-vos sempre no Senhor. (Fp 4.4.)

6 de Maio
O segredo do Senhor é para os que o temem. (Sl 25.14.)
Há segredos da providência de Deus que Seus filhos podem
aprender. Para quem vê de fora, o modo de Deus agir para com os Seus
às vezes parece cruel e terrível. Mas a fé vai mais adiante e diz: “Isto é
segredo de Deus. Vocês olham apenas para o exterior; eu posso olhar
mais além e ver a Sua intenção.”

Às vezes, diamantes são embrulhados em pacotes grosseiros,
para que ninguém suspeite o valor do que está ali dentro. Quando o
Tabernáculo foi construído no deserto, não havia riqueza na sua
aparência exterior. O material precioso estava todo dentro, e a cobertura
externa, de pele de animais marinhos, não dava idéia das coisas valiosas
que continha.
Deus pode mandar-lhe, amigo, alguns pacotes com conteúdos
valiosos. Não se aflija se vierem com uma aparência grosseira. Pode
estar certo de que ali dentro estão escondidos tesouros de amor, de
bondade e de sabedoria. Se aceitarmos o que Ele nos manda e
confiarmos nele quanto à bondade ali contida, mesmo no escuro,
conheceremos o significado dos segredos da Sua providência. — A. B.
Simpson

Quem é dominado por Cristo pode dominar cada circunstância.
Caro leitor, se as circunstâncias o estão pressionando fortemente, não se
rebele. É a mão do Oleiro.

Você não alcançará domínio sobre ascircunstâncias, rebelando-se contra elas, mas suportando a disciplina queelas encerram. Pois elas não somente nos transformam num vaso de honra e beleza, como também tornam úteis os nosso recursos espirituais.

7 de Maio

Disse-lhes Jesus uma parábola, sobre o dever de orar sempre e
nunca esmorecer. (Mt 18.1.)

Na vida de intercessão nenhuma tentação é tão comum como a
de deixar de perseverar. Começamos a orar por determinada coisa;
apresentamos as nossas petições por um dia, uma semana, um mês;
então, não recebendo ainda nenhuma resposta definida, desmaiamos, e cessamos inteiramente de orar sobre o assunto.

É uma falta de proporções incalculáveis. É nada mais nada menos
que o velho costume pernicioso de começar as coisas e não acabar. Ele é prejudicial em todas as áreas da vida.

Quem forma o hábito de começar sem acabar, simplesmente
formou o hábito de fracassar. Quem começa a orar por um assunto e não persiste até obter segurança da resposta, por sua vez está formando na vida de oração o mesmo hábito de fracasso.

Desanimar é fracassar. Esse fracasso produz desencorajamento e
descrença na realidade da oração, e isto destrói a possibilidade de êxito.

Mas alguém dirá: “Então, por quanto tempo devemos orar? Não
chegamos a um ponto em que devemos cessar de pedir e deixar o
assunto nas mãos de Deus?”

A única resposta é: ore até receber o que pediu, ou então até ter a
certeza, no coração, de que o receberá. Só num desses dois casos deveríamos deixar de insistir, pois a oração não significa apenas recorrer a Deus, é também entrar em conflito com Satanás. E visto que Deus está usando a nossa intercessão como um poderoso fator de vitória nesse conflito, Ele somente, e não nós, deve decidir qual é o tempo de cessarmos com a nossa petição.

Por isso, não paremos de orar enquanto a resposta não tiver vindo, ou enquanto não recebermos a certeza de que virá.

No primeiro caso, paramos porque vimos. No segundo, paramos
porque cremos, e a fé do nosso coração é tão segura como a vista dos
nossos olhos; pois é a fé vinda de Deus, em nós.

Cada vez mais, em nossa vida de oração, experimentaremos e
reconheceremos esta certeza dada por Deus, e saberemos quando
descansar tranqüilamente nela ou quando continuar a pedir até receber. — The Practice of Prayer
Fiquemos firmes na promessa de Deus até que ele venha ao nosso encontro. Ele sempre volta pelo caminho de Suas promessas. —
Selecionado

8 de Maio

…que andam passeando dentro do fogo. (Dn 3.25.)

As chamas não impediram os movimentos deles; andavam no
meio do fogo. Ele foi uma das avenidas pelas quais seguiram em direção
ao ponto final. O conforto da revelação de Cristo não é que ela nos ensine
a nos emanciparmos do sofrimento, mas a nos emanciparmos através do
sofrimento.

Óh Deus, ensina-me a ver que, quando as sombras descem, estou
apenas num túnel. Basta-me saber que um dia tudo estará bem.
Eu sei que um dia chegarei à glória da ressurreição. Mas eu quero
mais, ó Pai: quero que seja o Calvário que me leve até lá. Quero ver nas
sombras deste mundo as sombras de uma estrada — a estrada para a
casa de meu Pai. Diga-me que eu tenho somente que subir esta avenida
pois a Tua casa fica lá no alto! Eu não sofrerei dano algum do sofrimento,
se andar no meio do fogo. — George Matheson

Ó Pai, eu estremeço ao ser provado!
Sei que sairei como ouro refinado,
Mas enquanto no fogo,
Quero ver-Te a meu lado.
Quero ver-Te, Senhor!


9 de Maio

Abraão permaneceu ainda na presença do Senhor.(Gn 18.22.)

Aquele que é amigo de Deus pode interceder junto a Ele em favor
de outros. Talvez nos pareça que a grandeza da fé e da amizade de
Abraão estivesse muito além da nossa capacidade. Contudo, não
devemos desanimar; Abraão cresceu; nós também podemos crescer. Ele
caminhou passo a passo, e não em grandes saltos.

O homem cuja fé foi profundamente provada, e alcançou vitória, é
aquele a quem devem vir as maiores provas.

As jóias mais preciosas são trabalhadas e polidas com extremo
cuidado; os metais mais preciosos são provados no fogo mais forte.
Abraão nunca teria sido chamado o “pai dos fiéis”, se não tivesse sido
provado ao máximo. Leiamos o capítulo 22 de Gênesis:

“Toma teu filho, teu único filho… a quem amas.” Podemos
imaginá-lo caminhando na direção de Moriá, o coração sob disciplina,
atento e indagador, mas em humilde obediência, tendo ao lado o ídolo de
seu coração, prestes a ser sacrificado sob a ordem de Deus, a quem ele
fielmente amava e servia!

Que repreensão para nós, quando questionamos sobre a maneira
de Deus tratar conosco! Deixemos de lado todos os comentários de
dúvida sobre esta cena extraordinária. Ela foi uma lição objetiva para
todos os tempos. Os próprios anjos foram testemunhas.

Acaso o exemplo de fé deste homem trará sempre fortalecimento
e auxílio a todo o povo de Deus? Será que, através dele, todos ficarão
sabendo que uma fé firme sempre provará a fidelidade de Deus?
Sim; e tendo a sua fé suportado vitoriosamente a suprema prova,
o Anjo do Senhor — quem? o Senhor Jesus, Jeová, Aquele em quem
todas as promessas de Deus são sim e amém — falou a Abraão, dizendo:
“Agora sei que temes a Deus”. Confiaste em mim completamente, Eu
também confiarei em ti; tu serás sempre meu amigo, e eu te abençoarei e
farei de ti uma bênção.
É sempre assim, e sempre o será. “Os que são da fé são benditos
com o crente Abraão.” — Selecionado
Não é coisa de pouca monta gozarmos da amizade de Deus.

10 de Maio
Não desmaies… (Hb 12.5.)

Como é grande a tentação aqui. Quando passamos por duras
aflições ou sofremos uma grande perda, nós desfalecemos, o coração se
abate e a fé hesita, ante a aguda prova de dor.

“Não agüento mais, estou desesperado com tanto sofrimento. O
que é que eu faço? Deus me diz para não desmaiar. Mas o que uma
pessoa pode fazer quando está desmaiando?”

O que fazemos quando estamos para sofrer um desmaio? Não
podemos fazer nada. Temos que parar com tudo. Quando perdemos as
forças, buscamos apoio no braço de uma pessoa amiga e forte, e ali
ficamos. E descansamos. Quietos e confiantes.

O mesmo acontece, quando somos tentados a desmaiar na
aflição. A mensagem de Deus para nós nessa hora não é: “SÉ forte e
corajoso”, pois Ele sabe que a nossa coragem se foi; mas Sua mensagem
está naquela palavra suave: “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus”.

Hudson Taylor estava tão fraco em seus últimos meses de vida,
que disse em carta a um grande amigo: “Estou tão fraco que nem posso
escrever; não posso ler a Bíblia; não posso nem mesmo orar. Só posso
ficar quieto nos braços de Deus, como uma criança, e confiar.”

Esse extraordinário homem de Deus, com todo o seu poder
espiritual, chegou a tal ponto de fraqueza e sofrimento físico, que só
podia ficar quieto e confiar.

E é tudo o que Deus pede de nós, Seus filhos, quando as forças
nos abandonam, no fogo ardente da aflição. Não procuremos ser fortes.
Apenas fiquemos quietos e saibamos que Ele é Deus, que nos sustentará
e nos levará a salvo.
“Deus reserva os mais fortes estimulantes para os mais profundos
abatimentos.”

11 de Maio
Passamos pelo fogo e pela água, mas trouxeste-nos a um lugar
de abundância. (Sl 66.12.)

Embora seja paradoxal, só conhece o descanso a pessoa que o
obtém através do conflito. Esta paz, nascida do conflito, não é como o
silêncio de morte que precede o temporal, mas, sim, como a quietude
serena que vem depois dele.

Geralmente não são as pessoas prósperas e que nunca sofreram,
que são fortes e têm paz. Sua estrutura nunca foi testada, e essas
pessoas não sabem como irão se portar ante o mais leve choque. O
marinheiro mais seguro não é o que jamais viu uma tempestade; este
servirá apenas para serviços de bom tempo; mas quando um temporal se
forma, vai para o posto importante o homem que já lutou contra a procela,
que provou o barco, que lhe conhece a inteireza do casco, a estrutura dos
cabos, as patas da âncora, capazes de agarrar-se aos fundos oceanos.

Quando a aflição nos atinge pela primeira vez, tudo cede terreno!
As nossas esperanças, que à semelhança de gavinhas nos mantinham
seguros, são arrancadas, e o coração se abate, como a parreira que a
tempestade arrancou da latada.

Mas, passado o primeiro choque, quando somos capazes de olhar
para cima e dizer: “É o Senhor”, a fé levanta mais uma vez suas
esperanças partidas e liga-as fortemente aos pés de Deus. Assim, o fim é
confiança, segurança e paz. — Selecionado

12 de Maio
Tudo é possível ao que crê. (Mc 9.23.)

Esse “tudo” nem sempre vem simplesmente com o pedir. Pois que
Deus está sempre buscando ensinar-nos o caminho de fé; e em nossa
preparação na vida de fé precisa haver espaço para a prova da fé, a
disciplina da fé, a paciência da fé, a coragem da fé; e muitas vezes
passam-se muitos estágios antes de realmente percebermos qual o fim
da fé, a saber, a vitória da fé.

A verdadeira fibra moral é desenvolvida através da disciplina da
fé. Se apresentamos um pedido a Deus, mas a resposta não vem, o que
devemos fazer?
Devemos continuar crendo na Palavra de Deus; não nos
desviemos dela pelo que vemos ou sentimos, pois enquanto permane-cermos firme, nosso poder e experiência vão-se alargando e desen-volvendo. O fato de vermos a aparente contradição da Palavra de Deus e mesmo assim continuarmos inabaláveis na posição da fé, nos torna cada vez mais fortes.

Muitas vezes Deus demora propositadamente, e tanto é resposta
a demora, como a bênção pedida, quando chega.
Na vida de todos os grandes personagens da Bíblia, Deus operou
assim. Abraão, Moisés e Elias não eram grandes no começo, mas foram
feitos grandes através da disciplina de sua fé, e só assim foram feitos
idôneos para a posição a que Deus os chamara.

Quanto a José, por exemplo, que o Senhor estava preparando
para o trono do Egito, lemos nos Salmos:
“A palavra do Senhor o provou.” Não foi a vida na prisão, com
suas camas duras e o parco alimento, que o provou, mas a palavra que

Deus lhe tinha falado ao coração na meninice: que sua elevação e honra
seriam maiores que as de seus irmãos; era isto que estava sempre diante
dele, quando cada passo em sua carreira fazia parecer mais e mais
impossível o seu cumprimento: ele, inocente, estava ali preso, enquanto
outros, cujo aprisionamento seria talvez justo, eram postos em liberdade,
deixando-o ali a definhar sozinho.

Essas foram horas que provaram a sua fé, horas, porém, de
crescimento e desenvolvimento espiritual; e quando a palavra de
libertação chegou, encontrou-o pronto para a difícil tarefa de receber os
irmãos transgressores, com um amor e paciência só suplantados pelos de
Deus.

Nem mesmo as perseguições nos provam tanto, como experiên-cias assim. Quando Deus nos fala de um propósito Seu, e os dias se passam sem que Ele o cumpra, esse tempo de espera é verdadeiramente difícil; mas essa disciplina da fé nos trará a um conhecimento de Deus a que não chegaríamos de nenhuma outra forma.

13 de Maio
Não sabemos o que havemos de pedir como convém. (Rm 8.26.)

A maioria dos problemas que nos deixam perplexos em nossa
experiência cristã não passa de resposta a orações nossas. Pedimos
paciência, e o Pai nos manda aqueles que nos provam ao extremo; pois
“a tribulação produz a paciência”.

Pedimos submissão, e Deus nos manda sofrimentos; pois
aprendemos a obediência por aquilo que padecemos.

Pedimos para tirar de nós o egoísmo, e Deus nos dá oportunida-des para nos sacrificarmos, pensando nos outros e dando a vida pelos
irmãos. Oramos pedindo força e humildade, e um mensageiro de Satanás
vem afligir-nos até que ficamos prostrados no pó clamando para que ele
seja afastado.

Oramos: “Senhor, aumenta a nossa fé”, e o dinheiro cria asas; ou
as crianças ficam doentes; ou nos chega um tipo de prova até agora
desconhecido e que requer o exercício da fé numa situação que é nova
para nós.

Oramos para ter a natureza do Cordeiro, e recebemos um quinhão
de serviço humilde e insignificante, ou somos prejudicados sem que
devamos pedir reparação; pois Ele “como cordeiro foi levado ao
matadouro; e… não abriu a sua boca”.

Buscamos mansidão, eis que surge uma verdadeira tempestade
de tentações para levar-nos à aspereza e irritabilidade. Desejamos um
espírito quieto, e cada nervo do nosso corpo é esticado até à máxima
tensão, a fim de que, olhando para Ele, possamos aprender que quando
Ele nos aquieta, ninguém nos pode perturbar.

Pedimos amor, e Deus nos envia sofrimentos maiores e nos
coloca junto a pessoas aparentemente desagradáveis, e deixa-as dizer
coisas que nos irritam os nervos e magoam o coração; pois o amor é
paciente, é benigno, o amor não se conduz inconvenientemente, não se
exaspera.

O AMOR TUDO SOFRE, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha. Nós pedimos para ser semelhantes a Jesus, e a
resposta é: “Provei-te na fornalha da aflição.” “Estará firme o teu coração?
Estarão fortes as tuas mãos?” “Podeis vós…?”

O caminho para a paz e a vitória é aceitar cada circunstância,
cada provação, como sendo diretamente proveniente da mão de um Pai
de amor; é viver nos lugares celestiais, acima das nuvens, na presença
do Trono, e contemplar, da Glória, o nosso lugar, como escolhido pelo
amor divino. — Selecionado

14 de Maio
Naquele mesmo dia, como Deus lhe ordenara. (Gn 17.23.)

A obediência imediata é o único tipo de obediência que existe:
obediência adiada é desobediência. Todas as vezes que Deus nos chama
a um dever, está-nos oferecendo uma aliança com Ele; desempenhar o
dever é nossa parte, e Ele fará a Sua parte abençoando-nos ricamente.
A única maneira de obedecermos é obedecer “naquele mesmo dia”, como fez Abraão.

De fato, nós muitas vezes adiamos o cumprimento de um dever, e então, mais tarde, o desempenhamos tão bem quanto podemos. Bem, é melhor fazer assim do que não fazer. Mas, por melhor que saia, não deixa de ser uma maneira pobre e deficiente de cumprir o dever.

Um cumprimento adiado nunca pode trazer a bênção total que
Deus pretendia dar-nos e que teríamos recebido, se cumpríssemos o
dever o mais cedo possível.

É uma pena o dano que causamos pela procrastinação, tanto a
nós como a Deus e aos outros. “Naquele mesmo dia” é a maneira de a
Bíblia nos dizer: “Faça-o agora.” — Messages for the Morning Watch
Lutero dizia que “o verdadeiro crente crucificará a pergunta: ‘Por
quê?’ Ele obedecerá sem perguntar.” Eu não quero ser daqueles que, se
não virem sinais e prodígios, não crerão. Eu quero obedecer sem
questionar. “A obediência é fruto da fé; a paciência é o viço desse fruto.” —
Christina Rossetti

15 de Maio
Agora não se pode ver o sol, que resplandece nos céus. (Jó
37.21.)

O mundo deve muito de sua beleza às nuvens. Sem elas a terra
seria um deserto. Na nossa vida também há nuvens, ensombreando-a,                             refrescando-a e às vezes envolvendo-a em escuridão.

Mas não há uma só nuvem que não apresente também um lado favorável.

“Eis que ponho o meu arco na nuvem.”

Se pudéssemos ver as nuvens do outro lado, onde elas resplandecem banhadas pela luz que interceptam, esplêndidas como uma cordilheira imensa, ficaríamos maravilhados ante a sua magnificência.

Nós olhamos a sua face inferior, mas quem descreverá a luz
brilhante que banha os seus pontos elevados, esquadrinha as suas
reentrâncias e se reflete em cada um dos seus pináculos? E não está
cada uma de suas gotas absorvendo as propriedades salutares que
derramará sobre a terra?

Se pudéssemos olhar de um outro ponto-de-vista todos os nossos
sofrimentos e tribulações! Se em vez de contemplá-los da terra, olhando
para cima, nós os encarássemos de cima, dos lugares celestiais onde
estamos assentados com Cristo; se soubéssemos como eles refletem
com grande beleza, ante os céus, a brilhante luz da face de Cristo, então
nos alegraríamos de que estivessem lançando a sua sombra sobre a
nossa existência.

Lembremo-nos apenas de que as nuvens estão sempre se
movendo e passando sob o vento purificador de Deus. — Selecionado

16 de Maio
Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia, em que aplicaste
o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram
ouvidas as tuas palavras; e por causa das tuas palavras é que eu vim.
Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias. (Dn
10.12, 13.)

Aprendemos aqui uma grande lição a respeito da oração, quando observamos um impedimento direto de Satanás.Daniel havia orado e jejuado durante vinte e um dias, e passou por uma dura prova de fé.

À medida que lemos a narrativa, vemos que isto aconteceu, não porque Daniel não fosse um homem bom ou porque seu pedido não fosse justo, mas por causa de um ataque de Satanás.

No momento em que Daniel começou a orar, o Senhor enviou um mensageiro para dizer-lhe que a sua oração fora respondida; mas um anjo maligno se opôs ao anjo de Deus e lutou contra ele, impedindo-o. Houve um conflito nos ares; e Daniel pareceu atravessar na terra uma agonia semelhante à que estava ocorrendo no céu.

“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades,… contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” (Ef 6.12.)

Satanás atrasou a resposta por três semanas. Daniel quase sucumbiu, e Satanás ter-se-ia alegrado em matá-lo; mas Deus não nos deixa vir nada além do que possamos suportar (1 Co 10.13).

Muitas orações dos crentes são impedidas por Satanás; mas não precisamos temer quando isso acontecer; pois depois de algum tempo elas serão como uma inundação, e não só impelirão a resposta, como trarão alguma bênção nova, em acompanhamento. — Sermon. O inferno ataca aos santos de Deus o quanto pode.

Os melhores crentes têm sido provados com as mais altas pressões e temperaturas, mas o Senhor não os desamparará. — W. L. Watkinson

17 de Maio
E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor…
dizendo: …Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito. (At 7.30-34.)

Muitas vezes o Senhor nos chama de parte por um tempo, tirando-nos do nosso trabalho, e nos manda ficar quietos e aprender, antes de
sairmos outra vez para ministrar. Não há tempo perdido nessas horas de
espera.

Em dias antigos, um cavaleiro em fuga notou que a ferradura de
seu cavalo estava precisando de conserto. A prudência parecia
impulsioná-lo a prosseguir na carreira, mas a sabedoria recomendava-lhe
que parasse por uns momentos numa forja e reparasse a ferradura.

Assim, embora ouvisse o galopar dos inimigos no seu encalço, ele
parou por uns minutos, até que o casco do animal estivesse em ordem. A
seguir, saltando para a sela quando os inimigos já se viam a cem metros,
lançou-se dali com a rapidez do vento — e viu que sua parada havia
apressado a sua fuga.

Tantas vezes Deus nos manda parar e refazer as forças, antes de
prosseguirmos para o próximo passo da jornada e do trabalho. — Days of
Heaven upon Earth

18 de Maio
… foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da
própria vida. Contudo, já em nós mesmos tivemos a sentença de morte,
para que não confiemos em nos, e, sim, no Deus que ressuscita os
mortos. (2 Co 1.8,9.)

A pressão dos lugares difíceis faz-nos dar valor à vida. Toda vez
que nos volta a alegria da vida depois de uma grande aflição, é como um
novo começo; conhecemos melhor quanto ela vale e aprendemos a
aplicá-la melhor para Deus e o homem. A pressão ajuda-nos a entender
as provações dos outros e prepara-nos para ajudá-los e compreendê-los
melhor.

Há pessoas superficiais que lançam mão levianamente de uma
doutrina ou de uma promessa e falam com leviandade da falta de
confiança dos que recuam ante as aflições; mas aquele que já sofreu
muito, não faz isto; ele possui brandura e suavidade, e sabe o que
significa sofrer.

As duras provas e as situações difíceis são necessárias para nos
impelir para a frente, assim como a fornalha no porão do grande navio, a
qual produz a energia que move o pistão, que impulsiona o motor e que
impele a poderosa embarcação através dos mares, arrostando os ventos
e as ondas. — A. B. Simpson

Faz-me terno o coração,
Como o Teu, Senhor,
Pra sentir com o meu irmão;
Compreender-lhe a dor.

19 de Maio
E sucedeu que, antes que ele acabasse de falar … E disse:
Bendito seja o Senhor … que não retirou a sua benignidade e a sua
verdade de meu senhor. (Gn 24.15,27.)

Toda oração correta é respondida antes já de ser terminada —
antes que acabemos de falar. Isto porque Deus já nos deu a Sua Palavra
de que, tudo o que pedíssemos em nome de Cristo (isto é, em unidade
com Cristo e Sua vontade) e com fé, seria feito.

Como a Palavra de Deus não pode falhar, toda vez que são
preenchidas aquelas simples condições, a resposta à nossa oração já foi
concedida e consumada no céu enquanto oramos, embora a
manifestação na terra possa ocorrer tempos depois.

Por isso, devemos terminar cada oração com louvor a Deus pela
resposta que Ele já deu; Ele nunca Se esquece de Sua benignidade e
verdade. (V. Dn 9.20-27 e 10.12.) — Messages for the Morning Watch

Quando cremos que uma bênção nos foi concedida no céu,
devemos ter uma atitude de fé, e começar a agir e orar como já tendo a
bênção. Devemos tratar com Deus como tendo Ele já nos atendido,
descansando nele todo o nosso fardo, sabendo que a bênção já é nossa,
e virá. Esta é a atitude de confiança.

Quando uma moça se casa, ela passa imediatamente para um
novo estado e age de acordo com a sua nova situação; e assim, quando
tomamos a Cristo como nosso Salvador, como nosso Santificador, como

Aquele que nos sara, ou como nosso Libertador, Ele espera que
entremos na atitude de reconhecê-lo como tal, especificamente, e que
esperemos dele aquilo que cremos que Ele é para nós. — Selecionado

20 de Maio
Não beberei eu o cálice que o Pai me deu? (Jo 18.11.)

Deus gasta muito mais tempo conosco, e tem muito mais
interesse por nós, do que o artista para com sua obra, pois Ele quer
trazer-nos, através de vários sofrimentos e muitas circunstâncias
adversas, à forma que aos Seus olhos é a mais elevada e nobre — e isto
se apenas recebermos de Suas mãos a mirra, com um espírito reto.

Mas se rejeitamos o cálice e escondemos os sentimentos errados
não os trazemos à cura, o dano que fazemos a nós mesmos é irreparável.
Pois ninguém é capaz de sondar com que desvelo de amor Deus nos dá
a mirra a beber; no entanto, isto que deveríamos receber para o nosso
próprio bem, muitas vezes deixamos passar de nós, num cochilo
indiferente; e nada obtemos dali.

Então chegamos e nos queixamos: “Ah, Senhor, estou tão seco, e
tudo é escuro dentro de mim.” Eu lhe digo, amado filho de Deus: abra o
seu coração à dor, e ela lhe fará mais bem do que se você estivesse
cheio de emoções e devoção. — Tauler

21 de Maio
De noite à lembrança o meu cântico. (Sl 77.6.)

Li em algum lugar, de um passarinho que não canta o que o dono
deseja, se a sua gaiola estiver em plena claridade. Aprende um trechinho
disto, outro daquilo, mas nunca uma melodia inteira, até que a gaiola seja
coberta e impedidos ali os raios da manhã.

Muitas pessoas nunca aprendem a cantar, até que as sombras
caiam sobre a sua vida. O lendário rouxinol canta comprimindo o peito
contra um espinho. O cântico dos anjos foi ouvido à noite.

Foi à meia-noite que veio o grito: “Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.”

É realmente difícil acreditar que alguém possa conhecer como o
amor de Deus é rico e completo para satisfazer e consolar, se o céu da
sua vida nunca se escureceu.

A luz surge nas trevas, a manhã surge do seio da noite.
Numa de suas cartas, James Creelman descreve sua viagem
através dos estados dos Bálcans à procura de Natalie, a rainha exilada da
Sérbia.

“Nessa memorável viagem”, diz ele, “fiquei sabendo que o
suprimento de essência de rosas para o mundo vem das montanhas dos
Bálcans. E o que mais me interessou”, continua ele, “é que as rosas
precisam ser colhidas nas horas mais escuras. Os colhedores começam a
apanhá-las à uma da madrugada e param às duas.

“A princípio pareceu-me uma refinada superstição; mas investiguei
o pitoresco mistério e aprendi que testes científicos haviam provado que
na realidade quarenta por cento da fragrância das rosas desaparecia com
a luz do dia.”

E na vida e cultura do homem isto não é um conceito imaginoso
ou fantasioso; é um fato. — Malcolm J. McLeod

22 de Maio

Ele trabalha. (Sl 37.5.) (Tradução de Young)

A tradução de Young, do versículo: “Entrega o teu caminho ao
Senhor, confia nele, e o mais ele fará”, diz: “Deixa rolar sobre Jeová o teu
caminho, confia nele, e ele trabalha.”

A tradução chama a nossa atenção para a imediata ação de Deus
quando verdadeiramente entregamos, ou fazemos rolar das nossas mãos
para as dEle, o fardo, seja ele qual for: o sofrimento, a dificuldade, as
necessidades materiais, ou a ansiedade pela conversão de algum ente
querido.

“Ele trabalha.” Quando? Agora. É tão fácil adiarmos o momento de
crer que Ele toma nas mãos imediatamente o que Lhe confiamos, e que
Ele toma para Si executar aquilo que Lhe entregamos — em vez de
afirmarmos no ato da entrega: “Ele trabalha”, “Ele trabalha” agora
mesmo; e o louvarmos por ser assim.

A nossa atitude de expectativa e confiança libera a operação do
Espírito Santo no problema que Lhe entregamos. A questão fica fora do
nosso alcance. Deixamos de tentar resolvê-la. “Ele trabalha!”
Este fato deve confortar-nos; não precisamos mais nos preocupar,
quando a questão já foi entregue em Suas mãos. Oh, que alívio isso nos
traz! Ele está realmente operando naquela dificuldade.

Mas, talvez alguém diga: “Eu não vejo os resultados.” Não faz
mal. Se entregamos o assunto a Ele e olhamos para Jesus esperando
que Ele opere, “Ele trabalha”. A fé pode ser provada, mas “Ele trabalha”;
a Palavra é segura. — V. H. F.

“Clamarei ao Deus altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa.”
(Sl 57.2.) Uma tradução antiga diz: “Ele executará o que eu tenho pela
frente.” Esta expressão torna o verso bem significativo para nós.
Exatamente aquilo que “eu tenho pela frente” — as dificuldades que
encontro no meu dia de trabalho: aquele assunto que não sou capaz de
resolver, ou a responsabilidade que assumi sem avaliar bem as minhas
limitações — isto é o que posso pedir que Ele faça “para mim”, e então
descansar, seguro de que Ele o fará. “Os sábios, e os seus feitos estão
nas mãos de Deus.” — Havergal

O Senhor cumprirá até o fim os compromissos assumidos nas
promessas que nos faz. O que quer que Ele tome nas mãos, Ele
executará; assim, as misericórdias passadas são garantias para o futuro,
e são razões verdadeiras para continuarmos a clamar a Ele. — C. H.
Spurgeon

23 de Maio
E esvai-se-lhes toda a sabedoria. Então clamam ao Senhor na sua
tribulação; e ele os livra das suas angústias. (Sl 107.27, 28.)

Ó vem depor o teu cuidado
Sobre o Salvador.
Por que seguir assim cansado?
Crê no Seu amor.

Jesus não quebra a frágil vara
Que ferida está:
O que manqueja, o Mestre sara,
E o confirmará.

A leve chama que estremece,
Não irá apagar:
Com o fogo Seu, o que enfraquece
Quer Jesus tocar.

Jesus É quem repara as brechas
Que o pecado faz.
Apara do inimigo as flechas;
Dá vitória e paz.

Se Deus permite em tua vida
Provas e aflição,
A Sua própria mão ferida
Traz consolação!

Assim, entrega o teu caminho
A teu Salvador!
Jamais te deixará sozinho,
Crê no Seu amor! H.E.A.

Não desanime; pode ser que a última chave do molho é que vá
abrir a porta. — Stansifer

24 de Maio
Sara … deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo
determinado, que Deus lhe tinha dito. (Gn 21.2.)

“O conselho do Senhor dura para sempre, os desígnios do seu
coração por todas as gerações” (Sl 33.11). Mas nós precisamos estar
preparados para esperar o tempo de Deus. Deus tem Seus tempos
determinados. Não cabe a nós conhecê-los; na verdade, não podemos
conhecê-los; precisamos esperar por eles.

Se Deus tivesse dito a Abraão em Harã que ele precisaria esperar
trinta anos até poder abraçar a criança prometida, seu ânimo teria
desfalecido. Assim, com o desvelo do amor, Deus ocultou-lhe a longura
dos anos exaustivos, e só quando já estavam prestes a acabar-se e havia
apenas alguns meses a esperar, é que Deus lhe falou”: “Ao tempo
determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho” (Gn
18.14).

Finalmente chegou o tempo determinado; e então o riso que
encheu o lar do patriarca fez o idoso casal esquecer-se da longa vigília.
Aquele que espera no Senhor, anime-se, pois espera por Alguém
que não o pode desapontar; e que não Se atrasará cinco minutos do
momento determinado; mais um pouco, e a sua tristeza será
transformada em regozijo. Como seremos felizes quando Deus nos fizer
sorrir! Então a tristeza e o pranto fugirão para sempre, como as trevas
diante da aurora. — Selecionado

Não compete a nós, passageiros, nos preocuparmos com o mapa
e a bússola. Deixemos o hábil Piloto cuidar do Seu próprio trabalho. —
Haal

“Há coisas que não podem ser feitas num dia. Deus não faz a
glória de um pôr-do-sol num momento, mas pode levar vários dias
ajuntando as névoas com que formará os belos palácios do ocaso.”

25 de Maio
Tudo suporto por causa dos eleitos, para que também eles
obtenham a salvação… com eterna glória. (2 Tm 2.10.)

Se Jó, sentado na cinza, remoendo em seu coração aquele
problema da providência de Deus, tivesse entendido que, na aflição por
que passava, ele estava dando a contribuição que um homem pode dar
para esclarecer para o mundo o problema do sofrimento, sua atitude teria
sido bem outra. Nenhum homem vive para si.

A vida de Jó é a sua vida e a minha, num contexto mais ampliado.
Embora não saibamos que nos esperam aflições, podemos crer que,
assim como os dias em que Jó lutou contra o sofrimento foram os únicos
que o tornaram digno de lembrança, e, não fora por eles, seu nome nunca
teria sido registrado no Livro, assim os dias nos quais lutamos, sem
encontrar uma saída, mas sempre firmes na luz, serão os mais
significativos que iremos viver. — Robert Collyer

Quem ignora que os nossos dias mais tristes contam-se entre os
melhores? Quando o rosto se abre em sorrisos e vivemos dias alegres
em prados floridos, o coração, muitas vezes, está correndo para a
dissipação.

A pessoa que está sempre alegre e descuidada não vive a vida de
maneira profunda. Ela tem a sua parte e sente-se satisfeita com o seu
quinhão, embora esse quinhão seja muito pequeno. O coração, porém,
não cresce; e aquele ser que poderia se desenvolver grandemente,
permanece fechado. Na realidade, aquela vida chega ao seu fim sem ter
conhecido a ressonância das cordas mais profundas da verdadeira
alegria.

“Bem-aventurados os que choram.”As estrelas brilham mais, nas
noites longas e escuras do inverno. A genciana ostenta a sua mais
exuberante floração, entre as alturas quase inacessíveis de neve e gelo.
As promessas de Deus parecem esperar pela pressão da dor,
para serem como que espremidas num lagar, e assim deixar sair o suco
mais rico. Só os que passam pela dor conhecem como é cheio de
compaixão o “Homem de Dores”. — Selecionado

Talvez você tenha conhecido poucos dias de sol, mas saiba que
as longas horas de sombra lhe foram repartidas com sabedoria; talvez um
tempo de verão mais prolongado tivesse feito de você uma terra crestada
e um deserto infrutífero. O seu Senhor sabe melhor, e Ele tem as nuvens
e o sol à Sua disposição. — Selecionado

“O dia está cinzento.’ “Sim, mas você não vê no céu uma nesga
azul?” — Scotch Shoemaker

26 de Maio
Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos! (Nm 21.17.)

Eis um estranho cântico e um estranho poço. O povo tinha estado
caminhando sobre o chão árido do deserto, sem nenhuma água à vista, e
estava sedento. Então Deus falou a Moisés, dizendo:

“Ajunta o povo e lhe darei água.” E foi assim que a água brotou.
Eles se reuniram em círculos, na areia, tomaram os seus bordões
e cavaram fundo na terra ardente. E enquanto cavavam, cantavam.

“Brota, o poço! Entoai-lhe cânticos.” E lá veio um som
borbulhante, um brotar de água e uma corrente que encheu o poço e
escorreu pelo chão.

Quando eles cavaram esse poço no deserto, tocaram o curso
dágua que corria lá no fundo e alcançaram as torrentes que há muito
estavam ocultas.

Como é bonita esta figura, que nos fala do rio de bênçãos que
corre pela nossa vida e que temos apenas que alcançar pela fé e louvor,
para termos supridas as nossas necessidades no mais árido deserto.
Como alcançaram eles as águas deste poço? Louvando.

Cantaram sobre a areia o cântico de fé, enquanto, com o bordão da promessa,
cavavam.

O louvor ainda hoje pode abrir fontes no deserto, sendo que a
murmuração só nos trará juízo, e às vezes a própria oração pode falhar
em alcançar as fontes de bênção.

Nada agrada tanto ao Senhor como o louvor. Não há prova de fé
tão verdadeira como a graça da gratidão. Será que estamos realmente
louvando a Deus?

Estamos dando graças por Suas bênçãos presentes,que são mais do que se pode contar, e será que O louvamos até mesmo por aquelas provações, que não passam de bênçãos disfarçadas? Acaso já aprendemos a louvá-lo de antemão pelas coisas que ainda não
vieram? — Selecionado

27 de Maio
Trazei-mos aqui. (Mt 14.18.)

Talvez você esteja, neste momento, passando por necessidades,
rodeado de dificuldades, e provações de toda espécie. Tudo isso são
como vasilhas providenciadas por Deus para o Espírito Santo encher com
bênçãos para nossa vida. Se soubermos entendê-las, as circunstâncias
adversas se tornarão em oportunidades para recebermos novas bênçãos
e livramentos que não obteríamos de outra forma.

Tragamos essas vasilhas a Deus. Estendamo-las com firmeza
diante dEle em oração e fé. Permaneçamos quietos e não tentemos nos
adiantar, até que Ele comece a operar. Não façamos nada sem que Ele
mesmo nos mande fazer. Precisamos dar-lhe uma oportunidade de
operar, e Ele certamente o fará. E as próprias aflições que ameaçavam
vencer-nos através do desânimo e da infelicidade, tornar-se-ão a
oportunidade de Deus revelar Sua graça e glória em nossa vida, como
nunca antes. “Trazei-mos (todas as vossas necessidades) aqui.” —A. B.
Simpson

“O meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em
Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4.19).

A fonte — “Deus”!
O suprimento — “Sua riqueza em glória”!
O canal — “Cristo Jesus”!

Temos o privilégio de apresentar cada uma das nossas
necessidades diante das riquezas da Sua graça e perdê-las de vista, em
presença do suprimento. O inesgotável tesouro de Deus está à nossa
disposição, com todo o amor do coração de Deus; podemos chegar ali e
sacar, na simplicidade da fé, e nunca precisaremos buscar os recursos
humanos ou depender do apoio de homens. — C. H. M.

28 de Maio
Não te deixarei ir, se me não abençoares… E o abençoou ali. (Gn
32.26,29.)

Jacó obteve a vitória e a bênção, não pela luta, mas porque se
agarrou. Sua coxa estava deslocada e ele não podia mais lutar, mas não
largou o que lutava com ele. Impossibilitado de lutar, enlaçou com os
braços o misterioso antagonista e prendendo a ele seu corpo pesado e
incapacitado, até que finalmente venceu.

Não obteremos vitória na oração, enquanto não cessarmos,
também, de lutar — rendendo a nossa própria vontade e lançando os
braços nos agarramos ao Pai, na fé que descansa.

O que podemos nós, com a nossa debilidade humana, tomar à
força, da mão do Onipotente? Podemos acaso arrancar bênçãos de Deus
pela força? Nunca é a violência ou a voluntariosidade que prevalece com
Deus. Mas é o poderoso descansar da fé que obtém a bênção e a vitória.

Não é quando pressionamos e impulsionamos nossa própria
vontade, mas quando a humildade e a confiança se unem, dizendo: “Não
se faça a minha vontade, mas a Tua.” Somos fortes com Deus, somente
quando o nosso eu está conquistado e morto. Não é lutando, mas
descansando, que obtemos a bênção. — J.R. Miller

Eis uma ilustração tirada da vida de um servo de Deus, Charles H.
Usher: “Meu filhinho estava muito doente. Os médicos tinham pouca
esperança no seu caso. Eu havia empregado em seu favor todos os meus
conhecimentos de oração, mas ele estava cada vez pior. Isto durou várias
semanas.

“Um dia, ao contemplá-lo no berço, vi que não iria viver, a menos
que tivesse uma crise para melhor. Eu disse a Deus: ‘O Deus, tenho
orado muito pelo meu filhinho mas ele não melhora; agora vou deixá-lo
contigo, e vou orar por outras pessoas. Se é Teu querer, toma-o, eu
escolho a Tua vontade — entrego-o inteiramente a Ti.’

“Chamei minha esposa e contei-lhe o que havia feito. Ela chorou
um pouco, mas entregou-o a Deus. Dali a dois dias um servo de Deus
veio à nossa casa. Tinha estado muito interessado em nosso pequeno e
orado muito por ele.

“Disse-nos: ‘Deus me deu fé para crer que o menino vai sarar —
vocês podem crer?’

“Respondi: ‘Eu já o entreguei a Deus, mas ainda posso ir falar com
Deus sobre ele.’ E fui. E em oração descobri que havia fé no meu coração
com respeito ao seu restabelecimento. A partir daquele momento ele
começou a melhorar. O fato de eu manter a minha própria vontade era o
que estava impedindo a Deus de responder; e se eu a retivesse, e não
me dispusesse a rendê-la a Ele, penso que meu filho não estaria comigo
hoje.

“Se queremos que Deus responda as nossas orações, precisamos
estar preparados para seguir as pisadas de ‘nosso Pai Abraão’, ainda que
seja ao monte do sacrifício.” (Ver Rm 4.12.)

29 de Maio
Tenho-vos chamado amigos. (Jo 15.15.)

Houve, tempos atrás, um velho professor alemão cuja vida sempre
impressionara sobremaneira os seus alunos. Um dia, alguns deles
resolveram descobrir o segredo daquela vida. Então, um do grupo
escondeu-se no escritório onde o professor costumava ficar à noite, antes
de se recolher.

Já era tarde, quando o professor chegou. Estava muito cansado,
mas sentou-se e passou uma hora lendo a Bíblia. Depois abaixou a
cabeça numa oração silenciosa. Finalmente, fechando o Livro dos livros,
ele disse: “Bem, Senhor Jesus, nossa velha amizade continua como
sempre.”

Conhecê-lo é o que de melhor se pode obter na vida; e todo
crente deveria porfiar por manter sempre “a velha amizade” com Ele.
A realidade da presença de Jesus na vida nos vem como resultado da oração a sós com Ele e do estudo pessoal da Bíblia, devocional e entranhável. Cristo Se torna mais real àquele que persiste em cultivar a Sua presença.

30 de Maio
E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e
quatro mil que foram comprados da terra. (Ap 14.3.)

Há cânticos que só podem ser aprendidos no vale da dor.
Nenhuma arte pode ensiná-los; nenhum exercício vocal pode nos fazer
cantá-los perfeitamente. Sua música está no coração. São cânticos que a
lembrança nos traz, são da experiência pessoal. Trazem seu conteúdo da
sombra do passado; sobem até as alturas nas asas do que passamos e
aprendemos ontem.

São João diz que, mesmo no céu, haverá um cântico que só pode
ser plenamente cantado pelos filhos da terra — o cântico da redenção.

Sem dúvida é um cântico de triunfo, um cântico de vitória a Cristo, que
nos libertou. Mas a consciência do triunfo virá pela lembrança das
cadeias.

Nenhum anjo ou arcanjo pode cantá-lo tão docemente como nós
podemos. Para entoá-lo como nós, eles teriam de passar pelo nosso
exílio, e isto não podem fazer. Ninguém pode aprendê-lo senão os filhos
da Cruz.

Por isso estamos recebendo do Pai uma aula de música. Estamos
ensaiando para cantar no coro invisível. Há partes na sinfonia que
ninguém pode executar, senão nós mesmos.

Há acordes menores, que os anjos não sabem interpretar. Pode
haver agudos na sinfonia, que estejam além da escala normal — agudos
que só os anjos podem alcançar; mas há baixos que pertencem a nós,
tons graves que só nós podemos alcançar.

O Pai está-nos treinando, para a parte que os anjos não podem
cantar; e a escola é o sofrimento. Muitos dizem que Ele envia os
sofrimentos para provar-nos; não, Ele envia as dores para ensinar-nos e
preparar-nos para o coro invisível.

Sim, na noite da aflição está preparando o nosso cântico. No vale
Ele está afinando a nossa voz. Na nuvem Ele está dando maior
sonoridade aos acordes que devemos tocar. Na chuva Ele está
suavizando a melodia. No frio Ele está moldando a expressão. Na
transição brusca da esperança para o temor, Ele está aperfeiçoando a
sonoridade.

Não desprezemos a escola do sofrimento; ela nos dará uma parte
única no cântico universal. — George Matheson

31 de Maio
Como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo. (Jó 5.26.)

Escrevendo sobre o aproveitamento de velhas embarcações, um
entendido no assunto afirmou que não é só a idade que faz melhorar as
fibras da madeira de um velho navio, mas ainda as pressões e embates
que o barco sofre no mar, bem como a ação química da água e de muitas
espécies de carga que se acumulam no seu fundo.

Algumas pranchas e compensados feitos de uma viga de carvalho
que havia sido parte de um navio de oitenta anos foram exibidas numa
boa casa de móveis na Broadway, em Nova York, e atraíram a atenção
geral por seu raro colorido e textura perfeita.

Igualmente notáveis foram algumas vigas de mogno tiradas de
uma embarcação que cruzou os mares há sessenta anos. O tempo e o
tráfego lhes haviam contraído os poros e aprofundado a cor de tal modo,
que esta se apresentava tão magnífica em sua intensidade cromática
como um vaso chinês da antigüidade.

Com elas fez-se um armário que figura hoje em lugar de destaque
na sala de visitas de uma família rica, em Nova York.
Fazendo um paralelo, há uma grande diferença entre as pessoas
de idade que tiveram uma vida indolente, foram inúteis e indulgentes
consigo mesmas, e aquelas que navegaram por todos os mares da vida e
levaram todo tipo de carga como servos de Deus e ajudadores de seus
semelhantes.

Não somente os embates e pressões da vida, mas também algo
da doçura das cargas transportadas penetra na vida dessas pessoas e
nas fibras de seu caráter. — Louis Albert Banks

Depois que o sol desaparece no horizonte, o céu ainda brilha por
uma hora inteira. Quando um homem bom desaparece, o céu deste
mundo ainda continua iluminado por muito tempo, depois de sua partida.
A figura de um homem assim não se apaga deste mundo. Quando vai,
deixa na terra muito de si. Estando morto, ainda fala. — Beecher

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Lembramos que não ficamos de posse de nenhum de seus dados, pois toda doação é feita diretamente ao PAGSEGURO e a quantia que você nos doar, só nos será repassada por eles após 14 dias de sua efetuação, quando expira o prazo para cancelamento de doação.

Você não conhece o PAGSEGURO? É uma empresa da UOL  e é totalmente confiável na qual você poderá fazer a sua doação sem receio algum, pelo método que melhor lhe convier, mas se desejar mais informações prévias sobre o seu funcionamento e idoneidade antes de efetuar a sua doação, por favor acesse as seguintes páginas:

1- PAGSEGURO em português:    https://pagseguro.uol.com.br/sobre_o_pagseguro.jhtml

2- PAGSEGURO in English:

https://pagseguro.uol.com.br/en/how-it-works.html

Uma resposta para Mês de Maio

  1. Elisangela disse:

    Sempre sou abençoada por este trabalho e Deus tem sempre uma palavra amável para minha vida Deus os abençoe

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