A Verdadeira manifestação do amor e o trem da Vida

Texto de Joanilson Rodrigues

” O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outrosNão sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; ” Romanos 12:9-11

Amar implica em agir e a agilidade do amor é um de seus maiores identificadores. Amar é cuidar, mas cuidar rápido. O amor verdadeiro não deixa para depois.

O que eu gostaria de abordar neste artigo é justamente a correlação entre o tempo da ação e a paralisia que atordoa e confunde quem recebe a declaração explícita ou implícita do amor.

O amor sempre esteve na boca dos poetas, no imaginário e na confusão da mente juvenil.

A letra da música “O que será” do compositor Chico Buarque de Holanda, para mim parece sugerir o tempo todo que a mensagem principal seja sobre o amor:

“O que será? Que Será?
Que vive nas idéias Desses amantes
Que cantam os poetas Mais delirantes
Que juram os profetas Embriagados…” ( Chico Buarque)

Esta é apenas uma das inúmeras definições seculares sobre o que é o amor, mas certamente para os cristãos, o capítulo treze da Primeira carta de São Paulo aos coríntios seja o que melhor define o que é o amor.

O Compositor Renato Russo, tomou emprestado os versos de São Paulo, misturou com os de Camões e musicou a bela canção que diz que ” é preciso amar as pessoas  como se não houvesse amanhã” aludindo também a esta questão do tempo expressa no texto de Romanos que diz para não sermos vagarosos no cuidado com as pessoas. Mas, que urgência é esta? Na verdade ela é um elencar de prioridades. A obrigatoriedade de escolhas que parecem simples, mas podem ser uma cilada para aqueles que não percebem as provas que Deus põe a nossa frente.

No final deste artigo, você poderá apreciar na íntegra o texto de São Paulo de I Coríntios capítulo 13, mas eu gostaria de abordar sobre as verdadeiras manifestações de amor, aquelas que vão muito além das palavras.

O evangelista que é considerado o Discípulo do Amor é o apóstolo João, que era, com certeza, o mais jovem de todos os discípulos de Cristo. Calcula-se que ele deveria ter por volta de dezesseis anos de idade quando começou a seguir ao Senhor Jesus.

Em sua primeira carta, ele escreve o seguinte: ” Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.” 1 João 3:18

A expressão “eu te amo” ou “Eu te amo em Jesus” foi tão usada no meio das igrejas que muitos não fazem mais a menor idéia do que sejam estas palavras do apóstolo João: ” Não amemos de língua…”   Quer dizer: não amemos somente de boca… por palavras somente… E sim por ação, por obras, por atos, por atitudes que demonstrem amor verdadeiro e validem o amor professado pelos lábios. Certamente era isso o que queria dizer este grande evangelista.

Como somos os únicos animais da natureza que são capazes de expressar seus sentimentos em palavras, é obvio que é importantíssimo confessar o amor com os lábios, porque isto tem um significado espiritual profundo e nos compromete com Deus e com as pessoas e como as pessoas não podem ler pensamentos, é preciso que ouçam a nossa voz professando o amor com os lábios, no entanto se tal expressão não for acompanhada de uma ação, ela simplesmente não tem valor, não é validada espiritualmente, pois é incongruente com nossos gestos. O que valida de verdade o amor dos lábios são os atos concretos que fazemos em prol do outro.

No último dia oito de março, li alguns depoimentos no facebook de amigas revoltadas com as felicitações pelo “Dia Internacional da Mulher“. Uma delas, escreveu o seguinte:

Não quero palavras bonitas e agrados no dia de hoje. Valorizo aqueles que nos oferecem isso todos os dias, os que tratam a mulher com o devido valor e respeito. Falar bonito, qualquer idiota fala. ” ( Malu Pontes)

O apóstolo João faz justamente este divisor de águas, distinguindo o que é palavra daquilo que é atitude,  portanto amor genuíno.

Acerca disso, disse Tiago:

“E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano,
E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? ” Tiago 2:15-16

Palavras desvinculadas de uma ação, perdem completamente o seu valor.

Atitude Mensurável

Muitas vezes quando estive super atribulado escrevendo algum projeto urgente, meu filho caçula, Pedro Vítor, munido da maior inocência, pureza e alegria, atributos peculiares das mais típicas crianças felizes, interrompia sem o menor constrangimento os meus pensamentos e concentração para me mostrar um de seus desenhos ou pintura, atividades que ele simplesmente ama fazer.

Eu, apesar de estar super concentrado no trabalho, tinha que interrompê-lo para lhe dar atenção.

Se você tiver um controle remoto em sua mente, por favor, aperte o “pause” agora para cessar temporariamente esta cena e imagine-se no meu lugar. Temos tantas coisas urgentes para fazer que esquecemos o que é importante de fato em nossas vidas.

De acordo com vários estudiosos, dentre eles o escritor Cristian Barbosa em seu livro ” A tríade do Tempo”, para termos o mais perfeito equilíbrio na gestão de prioridades profissionais e existenciais, a ordem das coisas, deve ser a seguinte:

1. Em Primeiro lugar, devemos colocar as coisas importantes 

2. Em segundo lugar, depois das importantes, devemos fazer as coisas urgentes

3. Em terceiro e último lugar as coisas circunstanciais, como um convite para um happy hour, por exemplo.

Voltando ao exemplo do desenho do Pedrinho, meu filho caçula, eu  pergunto: Confrontado com uma potencial interrupção da atividade de elaboração, pesquisa, diagramação e revisão de um projeto que vai trazer recursos financeiros de sustento para minha família, qual decisão eu deveria tomar diante da requisição de apreciação do desenho de meu filho mais novo, que é uma simples criança?

Talvez a maioria das pessoas diria: “Vai pra lá, garoto! Você não vê que estou ocupado agora e que não posso te dar atenção?”

Isso não me faz melhor do que ninguém, mas tive, repetidas vezes, o entendimento de parar tudo o que eu fazia para atentar ao desenho dele, olhar o detalhe das formas e das cores.

Por mais mergulhado que eu estivesse nessa atenção, a “interrupção” não durou mais do que cinco minutos e literalmente, não me custou absolutamente nada. Talvez eu dedicasse mais tempo ao cafezinho ou vendo mensagens em redes sociais do que o tempo necessário para ser, de verdade, o papai dele.

Tenho ouvido muitos cristãos falarem sobre “amor”, mas sem se darem conta de que esta palavra sem gestos concretos não tem valor real,  é simplesmente uma expressão desprovida de significado verdadeiro e profundo, é mera retórica.

Onde e quando nos perdemos

As pessoas se perdem quando invertem a ordem das coisas circunstanciais, urgentes e importantes. Deixar um trabalho urgente por cinco minutos para apreciar o desenho e conversar com meu filho caçula não fará diferença significativa para meu trabalho, mas até a sua velhice, fará uma enorme diferença na vida dele.

Parar e olhar para ele e para o que ele faz  deve estar na ordem daquilo que é importante, portanto em primeiro lugar e o trabalho de elaboração de projetos é o meu urgente, vem depois, pois posso administrá-lo e recuperá-lo com certa facilidade.

Se você ainda não entendeu, quero dizer que ser rude com o filho neste instante pode significar que irás perdê-lo para sempre, pois criará feridas de rejeição em sua alma que, acredite, não desaparecerão com o tempo, apenas poderão ter atenuadas as dores  e estragos que provocam.

Como e por que olhar o desenho e conversar com uma criança por cinco minutos, por exemplo, pode ser mais importante do que um projeto de milhares ou milhões de dólares?

Simplesmente porque a infância de uma criança não voltará jamais. É uma janela de oportunidade única e imperdível por onde passa a construção de relacionamentos duradouros e acredite: não há atalhos.

A janela do trem

A janela de oportunidade de escolha em qualquer relacionamento ( Marido-mulher, Pai-filho, Chefe-subordinado, etc.) se faz com o que parecem ser pequenos gestos, para os quais dizemos  aos outros ou a nós mesmos “não temos tempo”.

Na verdade temos tempo, sim. No entanto a nossa escolha é para aquilo que colocamos como importante em primeiro lugar, mesmo que aquilo (ou aquele) pertença a outra categoria : era algo urgente que “promovi” para importante e rebaixei algo importante para a categoria urgente ou circunstancial.

Para o amor, a associação com o tempo é o um fator inseparável. Quando eu não tenho tempo, ou sou vagaroso demais para agir em prol de alguém, significa que não tenho amor suficiente, embora possa ter milhares de  justificativas diferentes  para tentar explicar a minha omissão ou negligência.

Em minha casa é comum meus filhos ou esposa pedirem para pegar um copo de água. Devo estar pronto para pegá-lo imediatamente. Eu também tenho este privilégio com eles.

Esta janela do tempo, no entanto, não é como a janela estática de uma casa onde a paisagem sempre estará lá, mas sim como a janela de um trem em movimento, no qual se você perder o “time” de um determinado cenário ou paisagem, nunca mais ela estará lá de volta para ser vivida ou apreciada.

O trem pode estar passando ao lado de uma espessa mata verde, por exemplo, e  de repente, aparecer um lindo ipê amarelo, que se não for apreciado naquele instante, não mais estará ali no trem da vida, pois ele seguirá sua viagem.

O caminho da escolha das prioridades

Inexoravelmente o amor e o desamor passam por esta escolha ultra rápida sobre  o que é importante, urgente ou circunstancial em nossas vidas e se você não souber distinguir em qual dessas categorias cada coisa se encaixa, certamente nunca serás feliz.

A decisão entre visitar um parente doente ou aproveitar uma “oportunidade” de viagem é um exemplo. Você poderá viajar outras vezes, mas talvez nunca poderá preencher o vazio deixado por sua ausência ao lado do leito de um hospital ou de uma competição esportiva infantil da pré-escola ou do casamento daquele grande amigo.

A decisão de escolher entre os seus afazeres diários e ir a um velório é outro exemplo que demonstrará quem você é de fato e não quem gostaria de ser ou pensa ser.

Nesse exemplo do velório, preciso perguntar quais das duas escolhas é a importante ou urgente? Lembre-se que o urgente deve vir depois do importante e não o contrário. Aquele amigo não perderá o mesmo parente duas vezes, será a tua única e irrevogável oportunidade de ser solidário a ele por aquele momento de dor, não estar presente significa desampará-lo em um momento único em sua vida, pois um momento de morte é irreversível.

Em algumas situações será a atitude da escolha que mostrará de fato quem nós somos: ou cruéis e insensíveis ou solidários e humanos.

Essa crueldade já se manifesta fortemente em muitos cristãos confessos atualmente,quando a dor do outro nada significa para si.

Você já deve ter ouvido falar sobre o famoso pensamento de Friedrich Wilhelm Nietzsche que há três verdades sobre um homem:

1ª. O que ele pensa que é.

2ª. O que os outros pensam que ele é.

3ª. O que ele realmente é.

Como poderíamos medir o que uma pessoa realmente é se não fosse por suas atitudes e suas escolhas entre coisas importantes, urgentes e circunstanciais.

Parece simples, mas de fato a “ordem dos tratores pode alterar o viaduto”.  Não é como naquela operação matemática de multiplicação na qual a ordem dos fatores não altera o resultado, nessa caso altera mesmo, e muito, saiba disso!

Jesus nos mostra na parábola do bom samaritano ( Lc 10:25-37) que tanto o sacerdote apressado quanto o levita, inverteram esta ordem, pois viram o homem caído e ferido na beira da estrada, mas estavam apressados demais para irem ao templo. Em suas mentes religiosas, eles inverteram a ordem entre o que é urgente e o que é importante: Para eles o templo era o importante e o homem ferido e caído representava meramente um evento circunstancial.

Na perspectiva de Deus, importante era socorrer o homem. Aquela era uma janela de oportunidade que não se repete na estrada da vida, pelo menos não com aquela pessoa, naquele instante e naquele lugar.  Essa é uma maneira de Deus nos provar. Ele estava provando tanto o sacerdote quanto o levita e certamente foram reprovados.

As coisas importantes irão acontecer repetidamente assim em nossas vidas: uma determinada pessoa, próxima a você precisará da tua ajuda ou de tua presença e você deverá tomar a decisão de apoiá-la ou cuidar de “outras” urgências e circunstâncias quaisquer. É uma escolha tua e intransferível, sobre a qual, você poderá argumentar:”…Está bem! Mas…. se eu ajudar esta pessoa agora terei uma inconveniência, pois mudará minha rotina e atrapalhará minha vida…”

O verdadeiro amor não se importa com a inconveniência, ele abre mão do urgente em prol daquilo que é importante.

O levita e o sacerdote entenderam erroneamente que aquele homem ferido à beira da estrada representava um empecilho, um transtorno e atrapalharia a sua rotina.

Em outro grande clássico do compositor brasileiro Chico Buarque de Holanda, ele fala sobre um pobre operário que “morre na contramão atrapalhando o tráfego… e atrapalhando o sábado.”

A morte do homem perdeu o significado para a grande multidão que se importa mais com o tráfego ou com o dia de lazer do que com a morte do homem. Assim se portam muitos ditos “cristãos” nos dias atuais. Pessoas que confessam uma crença, mas que envergonham o evangelho com seu modo de vida egoísta, perverso e insensível.

 Não conseguem parar cinco minutos para enviar uma mensagem de solidariedade para um amigo que perdeu um parente ou ligar para alguém de sua própria família para perguntar “como foi o seu dia ?”

Amor sem atitude é qualquer coisa, menos amor. Podemos dar um outros nomes como “consideração longínqua”, “desdém”, “indiferença”, “egoísmo”,”perversidade”, mas não amor, nunca.

Segundo a bíblia, amor sem ação, sem atitude não é amor verdadeiro. Como disse Paulo nos versículos iniciais deste artigo: Tenhamos um amor não fingido, não hipócrita… que não seja lerdo para agir, para tomar uma atitude.

Encontrei-me com uma senhora que está muito bem de vida, financeiramente falando, e tem uma mãe de noventa e dois anos de idade. Apesar de passar meses e meses sem vê-la, mesmo morando na mesma cidade, disse-me que pensa na mãe todo dia e “eleva” uma prece por ela ao anoitecer. Que lindo, não? Lindo nada! Vergonhoso!

Pensar na mãe de noventa e dois anos sem socorrê-la é tudo, menos amor!

Como desculpas pela sua grave omissão, ela disse que tem tantos afazeres (cuidar do neto, da casa..) que não sobra tempo nem para ligar para sua frágil, quase desamparada e idosa mãe que está no fim de sua longa vida.

São escolhas que fazemos e sobre elas teremos que prestar contas, pois diante de Deus cada um de nós responderá sobre cada uma das escolhas que fizermos.

Se você é uma dessas pessoas, saiba que não quero usar este texto para acusar, mas para convidar você  a pedir perdão a Deus e também às pessoas importantes em sua vida a quem você tem relegado a um segundo plano ( trocando o importante pelo urgente ou circunstancial).

Dizer que ama a Deus sem ter uma atitude real em prol do outro, não é amor. Se você sabe bastante de bíblia, de religião, de reuniões, cultos, missas, mas não age assim, peça a Deus que o ensine a amar e ele lhe colocará este amor que vem do coração dele para o teu.

Amor é o que fez a mãe que disputava a criança diante do rei Salomão: entregou o bebê que amava para sua rival para não ver a criança destruída.  Foi uma mera intenção ou uma atitude real daquela mulher?

Como diz o músico Asaph Borba, “é possível dar sem amar, mas é impossível amar sem dar.”

Conheço cristãos que convidei, em vão, durante anos a visitarem uma pequena comunidade cristã, jamais o fizeram ou enviarem quaisquer mensagem de apoio ou solidariedade. “Não tinham tempo“, diziam.

Jesus disse que quando ocorrer o julgamento, não será perguntado sobre cultos, reuniões ou missas, mas sobre visitas e assistência: Estive com fome e não me destes de comer, estive com frio e não me vestistes, estive na cadeia e você não foi me visitar…” (Mt 25:36-46)

Há também pessoas para quem eu trouxe humildemente um texto ou outro para que lessem e fossem por ele edificados, mas sempre mostraram arrogante desdém por quaisquer “desenhos” que eu trouxesse, analogicamente falando em referência ao desenho do Pedrinho.

Como chamamos este cristianismo?  de “amor” cristão?  Se não aprenderam ainda a diferenciar o importante do urgente ou do circunstancial… Como poderão fazer a vontade do pai, que consiste justamente em valorizar as coisas que o mundo rejeita e rejeitar as coisas que o mundo ama?

É uma pena! Requer meu perdão incondicional e também o teu (se tens passado por situações parecidas), mas isso não muda o fato que o povo cristão precisa amadurecer espiritualmente e escolher o que Jesus escolheria se estivesse em seu lugar.

Eu era apenas “uma criança trazendo um desenho“. Assim como fez o Pedro Vítor, meu filhinho, saiba que muitas pessoas ao teu redor, adultas ou crianças trarão seus “desenhos” para você apreciar, avaliar, opinar e participar, caberá a você olhar ou não pela janela desse trem chamado vida, já que o sucesso que você tanto busca é apenas uma das estações onde este trem irá parar, as outras serão a velhice, a solidão, a doença e também a vida eterna, se você e eu a merecermos.

Texto de Joanilson Rodrigues

I epístola de São Paulo aos coríntios, capítulo 13

” Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. “

Para se aprimorar ainda mais….

Ouça também esta palestra sobre Como estabelecer prioridades espirituais

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11 respostas para A Verdadeira manifestação do amor e o trem da Vida

  1. Eloiza disse:

    Jô, como vai? Estes textos foram um grande acerto. Em pequenos trechos eu podería usar diferentes razões e fontes, mas a totalidade deles, a essência deles esta intacta, em de total acordo com os muitos caminhos que Deus, que Cristo, nos deixou. Que ele te guie e ilumine cada dia mais., crescendo e amadurecendo na fé, à altura Dele,

    • Elô. Muito, muito, muito obrigado mesmo pelo teu lindo comentário. Eu precisava ouvir. Deus tem me inspirado a escrever e muitas vezes eu não faço a menor ideia de quem os lê e é edificado por eles. Conforta muito o meu coração ler as tuas palavras. Um beijo meu, da Marília, do Lucas e do Pedrinho pra você e para a Esther.

  2. Eloiza disse:

    Estou escrevendo do meu celular, é horrível háháháhá Mas, com respeito e carinho, te escrevo para te enviar um “olá-com-abraço”. Para você e toda sua família. 😉 Beijo da Esther para todos!

  3. deolinda fideliz moraes disse:

    Joanilson,seu texto é lindo e real.
    Que Deus continue ti inspirando cada vez mais.Beijos na Família.
    Déo

    • Déo, minha irmã. Muitíssimo obrigado por suas palavras. Tenho chorado muito pedindo ao nosso Senhor que nos ensine mesmo a amar como ele nos ama. Se conhecer alguém que precisa ouvir estas palavras, por favor divulgue o texto.Um beijo pra você e para tua linda família.

      Joanilson

      • deolinda fideliz moraes disse:

        Joanilson, o nosso irmão Luiz precisa muito ler e ouvir.
        Mas a distancia me impede, não sei o que fazer para me aproximar dele,enquanto isso oro,e espero no plano que nosso Senhor Jesus tem para a minha Família.
        Abraço
        Déo

      • Querida Déo. Há tantas e tantas pessoas que precisam aprender a amar! Muitos foram machucados na infância outros no decorrer da vida, mas aprender a amar é essencial. Vamos orar por ele, no momento certo, Deus falará ao seu coração.

  4. Jose Aparecido disse:

    Bom dia prof. Quanas vezes nao olhamos os desenhos dos nossos filhos e depois perguntamos porque eles se afastaram de nos na velhice…Obrigado por servir de canal,nao so de canal mas de reservatorio para pelo menods um pouco do Deus tem para nos dizer…Abraços sempre…
    Jose Aparecido

    • O Desenho do Pedro, meu filho, é realmente muito significativo para toda a nossa família também. Nos últimos dias de vida de meu sogro, o desenho esteve à sua frente na porta do quarto.

      Obrigado pelo Comentário, espero que possa divulgar esta mensagem entre os seus amigos. Um grande abraço.

  5. Anderson e Marta disse:

    A Paz, Pastor!

    Estamos estudando sobre o valor da familia. E queremos dizer que ler esta mensagem
    muito nos abençoou e com certeza iremos passar o que aprendemos para
    outros. Deus continue abençoando vocês.

    • Queridos Anderson e Marta! É um prazer serví-los da palavra do Senhor. Como trabalham com famílias, gostaríamos humildemente de sugerir que ouçam, gravem e compartilhem gratuitamente os aúdios MP3 de nossa seção “pregações em áudio”, nesta seção há diversas ministrações sobre casamento, conflitos conjugais, namoro, aliança e outros temas relacionados. Que Deus os abençoe.

      Joanilson Rodrigues
      P.S: Atualmente não sou Pastor, sou um simples evangelista. Não tenho um povo para cuidar, mas continuo a dar assistência e a aconselhar pessoas e famílias em crise. Um grande abraço.

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